Nas sessões de manutenção de computadores aprendemos a montar e desmontar computadores. Ficam aqui alguns exemplos.
O blog de Joana & Pedro
sexta-feira, 22 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
E-mail de Inês a Pedro, os tempos modernos
Olá meu querido, tudo bem por ai?
Queria só contar-te que o teu pai, D. Afonso, ordenou a minha morte, por ser quem sou. Sabes que o facto de ser castelhana, faz com que tenha receio que lhe roube a indepêndencia prtuguesa.
Escrevo-lhe o mais rapidamente possível. Ele passa muito tempo no facebook e com facilidade o encontrares no chat.
Fico à espera de boas notícias.
Queria só contar-te que o teu pai, D. Afonso, ordenou a minha morte, por ser quem sou. Sabes que o facto de ser castelhana, faz com que tenha receio que lhe roube a indepêndencia prtuguesa.
Escrevo-lhe o mais rapidamente possível. Ele passa muito tempo no facebook e com facilidade o encontrares no chat.
Fico à espera de boas notícias.
A tua amada,
Inês
Carta de Inês de Castro a D. Pedro
Coimbra,
12 de Junho 1400
Meu
querido amado Pedro,
Espero
que te encontres bem de saúde e sem ferimentos da batalha, onde tão gloriosamente
combates.
Por
cá, os teus filhos também estão muito bem, mas tristes pela tua ausência. Tenho-me
dedicado ao máximo que posso a eles, para se sentirem a tua falta, mas não tem
sido fácil. Sabes que gosto muito do nosso lar e adoro-os ao ponto de fazer
tudo por eles. Todavia, a minha vida tornou-se uma tragedia, desde que partiste
porque o teu querido pai, nosso rei, ainda não aceitou a nossa união, não me
aceitou a mim, nem ao facto de eu ser castelhana. Se cá estivesses, tudo seria
diferente. Ele respeitar-me-ia e não ordenaria nada tão cruel como a minha
morte. Já tentei lutar de todas as formas mas percebi que o povo é quem mais
força faz para o fim. Reuni-me com o teu querido pai e com os seus conselheiros
e apelei à sua sensibilidade pelos nossos três filhinhos, pedi para que me
desterrassem para a Líbia ou para a Sibéria ou até que me largassem na selva
junto dos animais selvagens.
No
entanto, de nada valeu. A independência de Portugal é superior a todo o meu, o
nosso sofrimento. Espero que consigas perdoar tanta maldade, porque eu não consegui.
Cuida
bem dos nossos filhos e diz-lhes como eu os amo. Apesar de todo o sofrimento,
fui muito feliz ao teu lado.
Amar-te-ei eternamente.
Inês
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Expressão escrita
Acta
ponto um - Objectivo da viagem de Vasco da Gama;
ponto dois - Objecções do Deus Baco;
ponto três - Tomada de decisão sobre o assunto.
No cumprimento do ponto um da ordem de trabalho (objectivo da viagem de Vasco da Gama), Júpiter deu a palavra a Vasco da Gama, que referiu o objectivo da sua viagem à Índia, por via marítima. Segundo o português, o objectivo é compreender se os deuses ajudarão os portugueses a chegar à Índia, terra tão desejada.
No cumprimento do ponto dois da ordem dos trabalhos (objecções do deus Baco), Baco disse que não aceitava que os portugueses chegassem à Índia porque não queria perder a sua fama. Vénus, no entanto, contrapôs este deus dizendo que os ajuda porque são são um povo corajoso e muito parecido com o seu povo romano.
Na finalização da reunião e para cumprir o terceiro ponto da ordem de trabalhos, Júpiter ordenou que o povo lusitano fosse ajudado por todos os deuses a cumprir o seu desejo - conquistar o Oriente.
Nada mais havendo a tratar, deu-se por encerrada a reunião, da qual se lavrou (redigiu) a presente acta, que, depois de lida e aprovada, será assinada pelo presidente da reunião e pelo secretário.
Olimpo, 8 de Junho de 2012
Joana Bessa
Pedro Moreira
sexta-feira, 1 de junho de 2012
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